terça-feira, maio 08, 2018

COMO IA A DIZER…
COMO IA A DIZER E NÃO DISSE.
Nos últimos tempos nada aqui tenho escrito, mas apenas por falta de tempo. Incumbências inadiáveis impuseram-se e às quais não pude subtrair-me.
Quando penso nos múltiplos eventos que vão sucedendo e sobre os quais gostaria de ter exteriorizado o que penso, confesso, sem exagerar, que foi uma espécie de sacrifício a que devi submeter-me. 
Desses tais eventos, qual manifestação do meu prazer e normal tendência a dedicar uma agradável atenção a casos narrados sobre animais, não fujo à tentação de traduzir um facto ocorrido nos arredores de Nápoles e narrado no jornal La Stampa - 25 Novembro 2018. Traduzamos  eu gosto e normal tendência a dedicar uma agradável atenção a casos narrados sobre animais, não fujo à tentação de trduzir um facto ocorrido nos arredores de Nápoles e narrado no jornal La Stampa - 25 Novembro 2018. Traduzamos.
                             Os dois cachorrinhos que uma alma bondosa salvou 
  O título é sugestivo: “Na área Napolitana pára um comboio para salvar a vida de dois cachorrinhos que caminham nos carris
“Parou o comboio para salvar a vida de dois cachorros. Protagonista deste gesto é António Montuori, operário da Circumvesuviana. Juntamente com a equipa do EAV (Entidade Autonoma Volturno) que o ajudaram a salvar os dois cachorrinhos e evitando que fossem atropelados no troço entre Torre Annunziata e Villa Regina, na área napolitana. Quem narra a história é o jornal Il Mattino.
Enquanto a cadela-mãe foi salva facilmente, os filhotes não queriam afastar-se. Os comboios que passavam iam abrandando a marcha e assinalavam, à central operativa, a presença dos cachorros. Montuori decidiu parar um comboio e recuperou-os.
Um gesto de altruísmo e sensibilidade que também foi elogiado pelos altos vértices empresariais: “Agradecimentos ao António que, na circumvesuviana, entre Torre Annunziata e Villa Regina, mandou parar o comboio e recolhe dois cachorrinhos num binário. “A cadela-mãe foge, mas os dois filhotes foram recolhidos e curados.” (Escreve o presidente EAV, Umberto De Gregorio, na sua página Facebook).
Agora, os três cachorrinhos deverão encontrar uma família. Entretanto, compreenderam que, neste mundo, há pessoas boas com quem se pode contar.”  
Incluo-me no número de pessoas sinceramente afeiçoadas aos animais.